Em março de 2026, trazemos uma edição que vai além das celebrações superficiais para mergulhar nas raízes históricas do Dia Internacional da Mulher, debatendo as desigualdades e o adoecimento feminino que ainda carecem de espaço nas discussões sobre políticas sociais efetivas destinadas às mulheres. Oportunamente, resgatamos a trajetória das telefonistas — categoria pioneira e majoritariamente feminina — para questionar o que de fato mudou na precarização do trabalho, traçando um paralelo necessário entre o sofrimento do passado e o avanço do burnout nos dias de hoje.
Essa reflexão sobre o trabalho se torna ainda mais urgente neste março de 2026, marcado pela deflagração da greve nacional dos TAEs nas universidades federais. Diante desse cenário de mobilização, reforçamos o recado fundamental de que a greve é um direito legítimo e de que o assédio jamais deve ser confundido com gestão. Complementando essa pauta, apresentamos um relato corajoso de uma servidora sobre o silêncio institucional enfrentado no serviço público e, para encerrar a leitura, selecionamos as melhores dicas culturais e informativas do mês.
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(imagem com audiodescrição)